Estudo. Novo creme para a pele pode reduzir idade biológica em 2 anos
Escrito por Crioula Fm em 20 de Outubro, 2026
A empresa Rubedo Life Sciences está a testar um novo creme para a pele chamado RLS-1496, que pode reduzir a idade biológica em dois anos, segundo resultados iniciais divulgados. Serão necessários mais estudos, mas os resultados já surpreendem.
Está a ser estudado um creme para a pele que pode vir a reduzir em dois anos a idade biológica. O produto está a ser testado em humanos e os primeiros resultados foram agora divulgados.
O novo creme experimental chama-se RLS-1496 e está também a ser usado em doentes com eczema e outras condições de pele. Este é um produto que está a ser desenvolvido pela Rubedo Life Sciences, uma empresa de biotecnologia sediada em Mountain View, Califórnia, nos Estados Unidos.
Novo creme reduz idade biológica? O que diz estudo
Segundo os resultados, aqui apresentados pela Fox News, pacientes com dermatite atópica que usaram o creme durante quatro semanas viram a idade média da sua pele ser reduzida em 2,1 anos, isto com base em alterações no DNA relacionado com a idade.
“Este é um dos poucos medicamentos desenvolvidos para o envelhecimento em geral e com inteligência artificial que apresenta dados positivos em humanos para múltiplas indicações e demonstra redução do envelhecimento da pele”, começou por dizer à Fox News Frederick Beddingfield, CEO da Rubedo Life Sciences.
Aponta que os resultados já demonstrados nos primeiros testes apontam para melhorias em tratamentos a longo prazo. As conclusões do estudo foram apenas apresentadas em conferência de imprensa, mas não publicadas uma revista ou jornal científico que os venha a atestar.
Revelam ainda que o RLS-1496 foi desenvolvido para atingir células envelhecidas e danificadas que pararam de se dividir, mas que podem libertar substâncias que promovem a inflamação.
“Com a aplicação tópica, observamos muito pouco risco. A irritação local é rara e geralmente leve quando ocorre, e ninguém interrompeu o tratamento até o momento. Pouquíssimas pessoas apresentam qualquer quantidade do medicamento no sangue após a aplicação na pele”, continua o responsável pela Rubedo Life Sciences.
Divulgaram ainda que já estão a preparar um novo estudo mais alargado e que poderá durar vários meses de forma a conseguirem provar tudo o que apontaram até agora. Frederick Beddingfield está confiante de que daqui a três ou quatro anos já será possível ter o medicamento no mercado. Tudo depende se os testes realizados comprovam mesmo tudo e o medicamento é aceite e aprovado para ser comercializado.
Melhore a saúde da sua pele com este hábito simples
Segundo a nutricionista Robyn Johnson, em declarações ao ‘website’ EatingWell, uma forma de conseguir melhorar a saúde da pele trata-se de manter os níveis de açúcar no sangue consistentes.
“Além da aparência, os níveis saudáveis de açúcar no sangue também são importantes para o tratamento de problemas de pele mais sérios”, explica. Refere ainda que quando o corpo não consegue utilizar bem a insulina pode aumentar alguns problemas de saúde que se relacionam com a pele.
“Com o açúcar no sangue não controlado, muitas vezes ocorre um nível elevado de insulina. Quando está consistentemente alta, isso pode desencadear acne e condições inflamatórias como a psoríase”, continua.